O Case Recontado: “A Empresária que Destruiu uma Lovemark por Gosto Pessoal”

Uma lovemark é uma marca amada com laços emocionais profundos. Não só um produto, mas um símbolo afetivo. Essa empresária destruiu isso tudo por capricho pessoal.

Os Millennials (1981-1996) nasceram no analógico e migraram para o digital. Sua memória afetiva infantil é um gatilho poderoso: 80% respondem a estímulos vintage (Nielsen 2023), como imagens retrô, vinis, videogames e ícones pop da era da TV analógica. Ativa o arquétipo da “Criança Interior” (Jung), liberando dopamina de conforto e pertencimento.

Por coincidência genial (ou sorte estratégica), a marca adotou esses símbolos na identidade visual. Motivo? A matriz em um casarão dos anos 50. Resultado: memória afetiva ativada. Clientes colecionavam descartáveis e ímãs, idolatravam as pin-ups lúdicas:  troféus emocionais que ancoravam lealdade irracional.

Mas veio o erro fatal: recusou-se a divulgar o caráter artesanal no timing ideal, apesar do alerta do marketing. Perdeu mercado para novos players commoditizados. Jogou a culpa na decoração vintage e decretou: “Cansei! Quero tirar tudo!”.

O backlash foi imediato: clientes reclamaram de “qualidade caída”, “produto menor”. Clássica dissonância cognitiva (Festinger, 1957). O amor não era só pelo item, mas pela nostalgia coletiva de uma geração. Cases reais confirmam: Tropicana perdeu US$ 30 mi (2009) e Gap recuou redesign em dias (2010) por quebrar laços afetivos.

A “guerra” virou produto por produto, e a concorrência engoliu a marca. Não basta voltar aos gatilhos analógicos dos millennials? Claro que não! Sem transição suave para a Gen Z (1997-2012)  que ignora nostalgia e prioriza autenticidade radical, sustentabilidade e impacto social (Deloitte 2024) , retomar “desenhos lúdicos quaisquer” seria inocência. Sucesso veio de alinhamento geracional; perda, por impulsividade sem dados.

Às vezes, o “chute” dá certo. Mas repetir sem entender o “porquê” é receita para o fracasso.

Consultoria de Execução – BS&A

Quando a BS&A procurou a Make it Work, sabia que precisava de uma nova apresentação para concorrer com empresas líderes mundiais e manter a conta de um grande cliente.

Uma empresa sólida, com décadas de sucesso e serviço de excelência, focada em simplesmente entregar o que se propunha sem preocupação com apresentações institucionais ou caprichos na comunicação.  

Não se tratava só de um design bonito. Após análise do caso, soluções e alterações foram propostas para encher os olhos dos clientes e fazer o que parecia impossível: Uma empresa local ganhar da concorrente líder mundial no seguimento.

Resumo de alguns passos para a vitória:

  1. Visita técnica para diagnóstico de demandas em comunicação
  2. Ajustes técnicos e adequação visual institucional da empresa
  3. Adequação textual e organização de conteúdo para leitura otimizada com sumário e  subcategorias
  4. Projeto visual do espaço físico a ser reformado, coordenação e acompanhamento de projeto 3D terceirizado com empresa de arquitetura
  5. Proposta de uniformização BS&A
  6. Diagramação de conteúdo com ilustrações e tabelas
  7. Pencard personalizado com 8G para entrega da apresentação digital
  8. Pastas metalizadas personalizadas para apresentação de documentos e contratos
  9. Soluções de interatividade virtual dos colaboradores da empresa

 

Alguns prints da entrega final do trabalho vencedor:

Interlogistic Transportes – Revitalização da identidade visual

É muito comum uma empresa começar simplesmente fazendo o que se propõe a oferecer como produto e/ou serviço para somente depois de anos de funcionamento, já com verba estabelecida ou com tempo e tranquilidade para dar foco em outros aspectos, partir para cuidar da imagem institucional da empresa. Nesse meio tempo, uma marca é criada como “quebra galho” sem devidos cuidados e investimento de tempo e energia. Quando chega este momento de começar a prestar mais atenção a identidade visual da empresa e sua apresentação, uma das opções é a revitalização da identidade visual.

Consiste em manter a essência básica da identidade, mas com ajustes técnicos e cosméticos para que tenha melhor aplicabilidade, visibilidade e seriedade como instituição.

No caso da Interlogistic, o trabalho foi além da revitalização. Além da logomarca atualizada, a apresentação institucional para encaminhar aos parceiros e clientes foi organizada juntamente com linguagem textual adequada para maior clareza e objetividade. O “enxoval básico” da empresa foi elaborado e padronizado de acordo com a nova marca. Com todos os arquivos em mãos, hoje seguem com toda liberdade para aplicarem onde desejam e mantêm a identidade com profissionalismo.

Conheça a empresa: http://interlogistictransportes.com.br/

 

Arthro – Identidade Visual

 Arthro – Fisioterapia &  Saúde 

Um centro de fisioterapia e  saúde ganhou nome, identidade e vida durante o processo de definição e concepção com da marca com a  Make it Work!  Que tal ajustar a identidade visual de sua clínica ou consultório também?

 

 

Juntamente com a logomarca, a Make it Work entrega:

 

 

 

Arca Consultoria – Identidade Visual

Arca Consultoria Empresarial ganhou vida com uma identidade séria e calma ao mesmo tempo.
Muito sucesso neste novo empreendimento! 

  

Juntamente com a logomarca, a Make it Work entrega:

  • Um manual básico para consulta de como manter a unidade visual (Ver exemplo resumido Arca)
  • Arquivos das fontes definidas na tipografia para instalar em seu computador e sempre acertar na escolha
  • Arquivos com todas as extensões necessárias para você utilizar sua logomarca no dia a dia
  • Arquivos com enxoval de identidade básico para transmitir seriedade aos clientes como enviar e-mails personalizados e imprimir com formatação timbrada definida
  • Suporte com indicação e mediação inicial com fornecedores gráficos 

Milhões de formas de investir em divulgação. Qual a melhor?

Alguns anos atras, fui a uma palestra intitulada “New York Review”. Assim como no mercado da moda se viaja e pesquisa tendências de mercado, um grupo de donos de renomadas agências de comunicação viajou para Nova York fazendo um intercâmbio com as agências de lá para uma tentativa de benchmarking, compreensão e quem sabe uma nova adaptação para o novo cenário.

Ao meu ver na época, era brilhante a nova forma de trabalhar que apresentavam. Porém, muuuito a frente da possibilidade de existir no Brasil. Um início ainda tímido em Nova York significava muitos anos de maturação para o modelo chegar ao mercado brasileiro.

Quanto vale uma idéia? Quanto vale o trabalho para alavancar mediante a todos os resultados que serão gerados? Quanto vou gastar agora sem saber se vai dar resultado ao apostar nessa idéia?

Investir monetariamente em marketing pode parecer um gasto dispensável na criação de uma empresa. A maioria deixa para um segundo momento, quando a empresa estiver mais madura para começar a pensar em investir em marketing.

O fato é que o problema para agências estava na mesa: Além de tudo, as formas de divulgação iriam mudar.

Além da migração do “Papel para o Digital”, da revista para o site, do panfleto para o instagram, a parte da identidade institucional foi banalizada. Em minha época de faculdade se falava em “enxoval básico” de comunicação para uma nova empresa. Hoje, se paga 10 reais para uma “arte” na gráfica (que está interessada em vender, na realidade, a impressão – seu verdadeiro negócio) de um cartão de visitas e aquilo se torna a “identidade” ou logo da empresa. Site de logomarcas prontas para baixar – Oi?. APPs de templates de layout prontos para editar. Youtube pra quem quiser desligar a televisão. E por ai vai…

Agora, a situação se agravou até para as agências de marketing digital: A possibilidade de todos venderem por redes sociais, sites, apps de mensagem, marketplaces. Influencers aos montes, sem a certeza do retorno investido, principalmente com recursos para fraudar métricas. Como resultado, se vive e vende sem agência/profissional. Mas é a melhor forma? Não.

Fadados a ineficácia ou resultados medíocres mediante ao que poderiam ter com profissionais para potencializar resultados, relutam em achar que se viram melhor sozinhos a ter que investir sem a certeza de um retorno.

Será essa a hora? Será que o momento fará com que a mentalidade dos empresários brasileiros aceite um novo modelo?

A proposta era simples: O empresário pagaria os custos da iniciativa, o que seria o mínimo básico e aceitável para o pontapé inicial. A partir deste momento, a agência/ profissional receberia por resultados do que foi lançado e divulgado, como uma aposta mútua de investimento de trabalho e tempo. Uma porcentagem dos ganhos de todos os frutos daquela idéia e trabalho prestado. Uma trégua viável entre quem não está disposto a investir na incerteza e quem confia nos resultados do seu trabalho.

O que você acha?

Marketing 4.0 – o que vem depois do marketing digital?

Um resumo baseado na obra de Philip Klother

Definições e objetivos

Tradicional: 

  • Marketing 1.0 – Centrado no Produto

Início da era digital: Acesso a internet 

  • Marketing 2.0 – Voltado para o consumidor
  • Marketing 3.0 – Centrado no ser humano

Agora: 

Era da conectividade – Pessoas com acesso a internet no celular em tempo integral

  • Marketing 4.0 – Interação online e offline entre empresas e consumidores

 

  1. Na economia digital, a interação digital sozinha não é suficiente. Na verdade, em um mundo cada vez mais conectado, o toque offline representa um forte diferencial.
  2. Hoje as comunidades são os novos segmentos. Mas, ao contrário dos segmentos, as comunidades são formadas por consumidores dentro de fronteiras que eles mesmos definem. 
  3. A comunidades de consumidores são imunes a spams e às propagandas irrelevantes. E até irão rejeitar a tentativa de uma empresa invadir essas redes de relacionamento. 
  4. A essência do Marketing 4.0 é reconhecer os papéis mutaveis do marketing tradicional e o marketing digital na obtenção de engajamento e na defesa da marca pelos clientes. 
  5. O marketing digital e o tradicional devem coexistir no marketing 4.0 com o objetivo máximo de conquistar a defesa da marca pelos clientes.

 

Características do consumidor na era da conectividade

 

As marcas não devem ver os consumidores como meros alvos – os consumidores se defendem de “marcas ruins”. 

O relacionamento das marcas com os consumidores deve ser HORIZONTAL. 

O consumidores são alvos não-passivos. 

  • Atacam e defendem
  • Pesquisam sobre as marcas e veracidade das propagandas
  • Não gostam de propagandas, rejeitam
  • Acreditam mais em amigos, sites de avaliação, midia social, etc. 
  • Gostam do perfil inclusivo

São classificados em:

  • Promotores – Promovem
  • Passivos – Neutros
  • Detratores – Dificilmente irão recomendar a marca

Clique e veja a apresentação para mais sobre o Marketing 4.0

Você sabe o que trouxe a LEGO de volta ao mercado?

Quando a LEGO estava quase a beira da falência, a diretoria acreditou em especialistas teóricos dizendo que a nova geração era impaciente e estava “estragada” pelos videogames que entregavam tudo “mastigado”. Aumentaram o tamanho das peças, entre uma série de alterações para seguir instruções de quem estudava o mercado de longe, sem viver o dia a dia da essência LEGO.

Vendo que nada do que disseram resultou em um aumento de vendas, contrataram um especialista que se insere no cotidiano da empresa e dos consumidores. Em uma visita a casa de um garotinho, descobriram o que ele mais gostava era um tênis que mostrava todo o desgaste e detalhes que demonstravam todo seu treino e conquistas em ser um ótimo skatista.  

Foi só aí que perceberam que na verdade a nova geração gostava de desafios, detalhes e formas de se exibir “como eram bons” no que se propunham a fazer. Então, voltaram com as peças pequenas, fizeram outras menores ainda para detalhes mais precisos, e desafiaram seus pequenos consumidores. O resultado? A LEGO voltou ao mercado com tudo.
_ As teorias do senso comum são importantes para uma visão macro, mas devem ser adaptadas para a realidade de cada empresa, observando a vida real, o meio em que ela está inserida. Um garotinho e um tênis velho mostraram a LEGO o que verdadeiramente importava para ele, e toda sua geração.

E você? Está prestando atenção direito?

Os formatos e extensões de arquivo que você deve ter salvos da sua logomarca para o dia-a-dia

Aqui vai um resumão com tudo que você precisa saber sobre formatos, funcionalidades e extensão de arquivos com a sua logomarca para manter uma pasta em seu computador e não ter dúvidas na hora de utilizar ou encaminhar:

Obs: Você pode ler e entender as diferenças e funcionalidades ou ir para o final do post e solicitar a lista para seu designer.

Índice de diferenças e funcionalidades:

1- Arquivos pra internet x Arquivos para impressão

1.1 – RGB x CMYK

1.2 – BITMAP x VETOR

1.3 – Resolução

2 – Diferença de extensões de Arquivos

2.1 – JPG x PNG x PDF (os que você vai precisar)

2.2 – Funcionalidades

3 – Lista de Arquivos para ter em seu computador

Vamos lá!

1 – Diferença entre arquivos para internet e arquivos para impressão:

1.1 Sistema de cores:

Na internet, as cores são compostas por luz. Como você aprendeu em física na escola, a união de todos os espectros de luz resulta na luz branca. Portanto, as cores primárias vermelha, verde e azul (Red, Green e Blue) unidas resultam no branco da tela em que você está lendo.

o-rgb-e-o-cmyk-colorem-ilustrac3a7c3b5es-de-mistura-da-roda-do-modo-91651258
Na impressão, a mistura de quatro cores subtrativas resultam na imagem desejada. Isso significa que as cores que são vistas por você são as cores que não foram absorvidas no espectro de luz incidida na superfície impressa. Por esse motivo, o sistema CMYK (Ciano, Magenta, Yellow e Black – Key ) nunca terá a mesma tonalidade para visualização em dispositivo digital. O branco é sempre representado pela cor da superfície impressa.

1.2- BITMAP x VETOR:

Existem dois tipos de imagem: A composta por pequenos pontos coloridos chamados PIXELS, e a composta por VETORES, que possibilita o redimensionamento através de cálculos matemáticos feitos automaticamente pelo computador.

Toda vez que uma imagem BITMAP é gerada, ela contém numero “X” de pixels (pontinhos) definidos. Se você aumentar o tamanho da imagem, ela irá ESTICAR os pontinhos e ficará com aspecto “quadriculado” ou “estourado”. Você pode diminuir um BITMAP sem comprometer a qualidade mas, uma vez que a imagem foi diminuída, ela nunca mais poderá ser aumentada novamente.

Extensões comuns de arquivos em pixels: JPG, PNG, GIF

Os arquivos VETORIAIS são criados principalmente em dois programas: Adobe IllustratorCorel Draw. Eles podem ser redimensionados quantas vezes necessárias, sem restrições de tamanho. *** EXIJA SUA LOGOMARCA EM VETOR***

Extensões comuns de arquivos em vetor: AI, CDR

1.3 – Resolução 

É relacionada a quantidade de PIXELS ( DOTS – pontos em inglês) existentes na imagem.

Em dispositivos digitais, os arquivos são menores para que a navegabilidade não seja comprometida. Por isso, os arquivos são configurados para ter em média 72 DPI ( Dots Per Inch – pontos por polegada).

Em processos de impressão, os arquivos são maiores para que a imagem tenha a maior definição possível. Por este motivo, os arquivos são configurados par ater em média 300 DPI (Dots Per Inch – pontos por polegada). Se tiver poucos DPIs a sua impressão terá a NITIDEZ comprometida.

2 – Diferença de extensões de Arquivos

2.1 – JPG x PNG x PDF (os que você vai precisar)

JPG – É composto por pixels – pontos por polegada. Formato com extremidades retas e com preenchimento total do arquivo por cores. Exemplo: Fotos

PNG – É composto por pixels –  pontos por pelegada. Formato com extremidades retas, podendo ter fundo transparente.

PDF –  Portable Document Format (Formato de documento portátil) foi inventado para conter ou apresentar documentos que incluem textos e imagens de maneira independente do programa ou sistema operacional no qual será aberto. Significa que pode carregar qualquer extensão em seu conteúdo, sem danificar ou alterar sua composição.

2.2 – Funcionalidades

JPG – Uso comum em dispositivos digitais ou impressão. Serve tanto para personalizar arquivos feitos no Microsoft Office para apresentação institucional quanto uso em redes sociais.

PNG –  Por ter a possibilidade de ter fundo transparente, é muito útil para utilização em aplicativos de celular, em layouts para internet e afins.

PDF –  Como você provavelmente não possui Illustrator ou Corel Draw (Similares concorrentes), você só conseguirá visualizar sua logomarca através do PDF. No PDF estará seu arquivo em VETOR. O vetor não terá fundo preenchido ou transparente. Ele é o arquivo principal que você irá enviar para qualquer personalização. O PDF pode ser aberto no Photoshop, no Corel Draw, no Illustrator para utilização em qualquer layout.

3 – Lista de Arquivos para ter em seu computador

  • JPG em RGB, 72 DPI
  • JPG em escala de cinza, 72 DPI
  • JPG em CMYK, 300 DPI, Colorida
  • JPG em CMYK, 300 DPI, P&B
  • PNG em RGB, 72 DPI, Fundo transparente
  • PNG em escala de cinza, 72 DPI, Fundo transparente
  • PDF em CMYK – Contendo VETOR, feito em Illustrator ou Corel Draw. Colorida e P&B
  • PDF em RGB – Contendo VETOR feito em Illustrator ou Corel Draw. Colorida e P&B

SUPER DICA:Se tiver oportunidade, escolha fazer sua logomarca em Illustrator por ser da Adobe. A Adobe é a empresa que criou os programas gráficos mais utilizados no mundo inteiro, inclusive o PDF. Portando, a exportação de arquivos não terá problemas.

COREL é concorrente da ADOBE. O pacote Corel não é mais tão utilizado e possui problemas de exportação com os programas da Adobe.

Dúvidas? Fique a vontade para perguntar! 

Uma apresentação que venceu a maior concorrente do mundo no ramo

Após 28 anos de mercado e excelência em atendimento, uma empresa se deparou com o desafio de renovar um contrato mediante uma concorrência contra a maior do mundo no ramo. 

Enxergou a necessidade de se apresentar de maneira condizente aos servições prestados:

Uma nova apresentação com propostas atuais com design elegante, estruturada digitalmente  e entregue em um pen card personalizado, com parte impressa em pastas correspondentes  e muita POSITIVIDADE e CONFIANÇA para fazer acontecer.

Sim, você pode MAKE IT WORK!

Essa renovação e disputa de contrato com MinasMaquinas é só mais uma confirmação da competência dos empresários que estão à frente da BS&A! Parabéns! Juntos mostramos que mesmo parecendo impossível, conseguimos!